<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-644846775309852000</id><updated>2012-02-24T13:36:32.334-02:00</updated><category term='Medo'/><category term='Paranoia Materna'/><category term='Fêmea'/><category term='Gatos'/><category term='Separação'/><category term='Alergia'/><category term='solidão'/><category term='Preconceito'/><category term='Toxoplasmose'/><category term='puerpério'/><category term='Ritual de Passagem'/><category term='música'/><category term='Recém-Nascido'/><category term='Casa'/><category term='Cesárea'/><category term='baby blues'/><category term='lista'/><category term='Lições'/><category term='Upgrade'/><category term='Preocupação'/><category term='Relato'/><category term='Planos'/><category term='Creche'/><category term='Mitos'/><category term='Macho'/><category term='Tenda Vermelha'/><category term='Parto'/><category term='Parto Domiciliar'/><category term='Melhorar'/><title type='text'>Depois de Benjamin</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://depoisdebenjamin.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/644846775309852000/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://depoisdebenjamin.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Rô Rezende</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14389143072888616529</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://i2.photobucket.com/albums/y27/fadasanguinaria/PICT0030.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>24</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-644846775309852000.post-441795033617785285</id><published>2012-01-28T17:09:00.001-02:00</published><updated>2012-01-28T17:09:13.476-02:00</updated><title type='text'>O primeiro carinho</title><content type='html'>&lt;br /&gt;Acordo com o choro de Benjamin, nem sei se é madrugada ou de manhã. Quer mamar, o puxo para perto, ele mama. Eu fecho os olhos de novo e acordo com mãozinhas desajeitadas tocando meu rosto. Aqueles olhos enormes me encarando, como quando no primeiro minuto de vida. Lembro de como ele tem o dom de sorrir só com os olhos, com aquele brilho que me faz querer chorar.&lt;br /&gt;As mãozinhas descoordenadas continuam tentando pegar meu rosto. Entendo a curiosidade dele com meu rosto como carinho, às vezes ele tenta pegar a pele e belisca, fico feliz por ter cortado as unhas dele no dia anterior e isso deixa o beliscão menos dolorido. Às vezes é um tapa leve&lt;br /&gt;É meu pequeno aprendendo a descobrir o mundo com o toque e a dor é pequena demais diante da delícia de sentir suas mãozinhas.&amp;nbsp;Sorrio para ele, retribuo o carinho tentando mostrar o quão gostoso é. Ele sorri. O sorriso banguela mais lindo do mundo.&lt;br /&gt;Beijo e abraço aquele serzinho tão pequeno e já tão grande. O sorriso aumenta, se torna riso. E eu só queria parar o tempo nesse momento.&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/644846775309852000-441795033617785285?l=depoisdebenjamin.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://depoisdebenjamin.blogspot.com/feeds/441795033617785285/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=644846775309852000&amp;postID=441795033617785285&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/644846775309852000/posts/default/441795033617785285'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/644846775309852000/posts/default/441795033617785285'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://depoisdebenjamin.blogspot.com/2012/01/o-primeiro-carinho.html' title='O primeiro carinho'/><author><name>Rô Rezende</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14389143072888616529</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://i2.photobucket.com/albums/y27/fadasanguinaria/PICT0030.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-644846775309852000.post-6304029207449458493</id><published>2012-01-24T11:04:00.003-02:00</published><updated>2012-01-24T11:04:44.261-02:00</updated><title type='text'>Bebê "estragado"</title><content type='html'>&lt;br /&gt;Desde que o Benjamin nasceu ouço sobre o colo "estragar", sobre deixar mal acostumado. Inclusive, de uma pediatra.&lt;br /&gt;Antes de engravidar eu também pensava assim, ou melhor, não pensava, só concordava com o senso comum. Mas desde os primeiros meses da gravidez eu já percebi o quanto o simples toque me trazia bem estar, conforto, segurança. Depois encontrei textos defendendo o máximo de carinho e aquilo fazia muito mais sentido.&lt;br /&gt;Quando peguei a primeira vez meu bebê, assim que ele nasceu, e aqueles olhinhos arregalados olharam direto para os meus, todo meu instinto gritou que eu precisava protegê-lo, que ele tinha de estar o máximo possível perto de mim. Era difícil soltá-lo para colocar longe de mim, por isso, ficava no carrinho sempre com alguém perto.&lt;br /&gt;O máximo de distância que já consegui dele foi em cômodos da casa, nos primeiros dias, só quando sabia que alguém ficaria com ele para eu descansar. Ou ele ia para cama dormir comigo.&lt;br /&gt;Depois disso a cama compartilhada também não foi decisão difícil, nem muito pensada. Também já tinha lido um pouco sobre e tê-lo ao meu lado ao dormir me permitia um descanso maior.&lt;br /&gt;No começo, ele chorava e eu sentava para dar mamar. Hoje, com quase três meses, nem levanto mais, mal percebo quando acordamos para mamar (que são poucas vezes), logo já estamos dormindo de novo.&lt;br /&gt;Escolhi tudo inverso do que acreditava antes de engravidar, li muito e agora aplico tudo que vai de encontro ao meu coração.&lt;br /&gt;Pelo senso comum, meu filho deveria ser "mal acostumado", super dependente, só querer colo e todas essas bobagens que ouvimos.&lt;br /&gt;Sabe o que é mais engraçado? Eu esperava que ele realmente fosse assim, que quisesse colo 24h por dia, que não conseguisse ficar sem ninguém perto. Afinal, ele é um bebê, é a criatura mais dependente que existe, ora essa. Depende de mim para o alimento, para a higiene, para dormir. O que eu deveria esperar de um serzinho que não sabe falar nem se locomover?&lt;br /&gt;Mesmo assim o pequeno não costuma se incomodar de ficar sozinho por alguns minutos na cama, no carrinho ou no berço, para eu preparar o banho ou atender a porta. Segundo a ilustríssima pediatra isso é porque sabe que logo alguém vai pegá-lo. E isso é ruim? Ora, se ele tem essa segurança, se sabe que é cuidado e sempre terá um colo quentinho para acolhê-lo, eu fico é muito feliz, obrigada.&lt;br /&gt;Mas não é que Benjamin me suspreendeu ainda mais? Em uma noite dessas, no colo da pai, começou a tentar pegar os brinquedos. Logo em seguida, quando o deixei sobre a cama para pegar a fralda, o encontrei tentando pegar uma sacola que estava perto.&lt;br /&gt;E já no dia seguinte, quando eu e o pai dele precisávamos limpar a casa e preparar a ceia de Natal, ele acordou bem no meio do processo. Minha sugestão foi deixá-lo no carrinho e ir falando com ele enquanto fazíamos o que precisássemos, o pai decidiu deixar os brinquedinhos de carrinho perto dele. E não é que ele ficou um bom tempo brincando com os ursinhos barulhentos, tentava pegá-los e eles faziam barulho, adorou! Nem ligava quando iámos falar com ele, olhos fixos nos ursinhos.&lt;br /&gt;È, meu menino está crescendo, e que sorte que eu aproveito bastante para tê-lo no meu colo, já que daqui um tempo não só ele não caberá mais no meu colo como dificilmente irá querer.&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/644846775309852000-6304029207449458493?l=depoisdebenjamin.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://depoisdebenjamin.blogspot.com/feeds/6304029207449458493/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=644846775309852000&amp;postID=6304029207449458493&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/644846775309852000/posts/default/6304029207449458493'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/644846775309852000/posts/default/6304029207449458493'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://depoisdebenjamin.blogspot.com/2012/01/bebe-estragado.html' title='Bebê &quot;estragado&quot;'/><author><name>Rô Rezende</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14389143072888616529</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://i2.photobucket.com/albums/y27/fadasanguinaria/PICT0030.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-644846775309852000.post-8523770666784548251</id><published>2012-01-02T09:42:00.000-02:00</published><updated>2012-01-02T09:42:13.296-02:00</updated><title type='text'>Três meses de Benjamin</title><content type='html'>&lt;br /&gt;Hoje o pequeno completa os tais três meses e a única coisa que consigo pensar é que foi muito mais maravilhoso e tranquilo do que imaginei que pudesse ser.&lt;br /&gt;Pode ter sido meu medo do pós-parto e do primeiro trimestre, tinha expectativas de que fosse bem complicado, de ficar muito nervosa e não dar conta. Foi tanto receio que quando encarei a situação me pareceu calma.&lt;br /&gt;Todos os receios &lt;a href="http://depoisdebenjamin.blogspot.com/2011/09/benjamin-esta-chegando.html"&gt;daqui &lt;/a&gt;me acompanharam até o dia do nascimento e, nele, se &amp;nbsp;dissiparam. No trabalho de parto todas as minhas ansiedades decidiram tirar uma folga e encontrei uma calma que parecia nem me pertencer. Uma calma que ainda tem me acompanhado nessa jornada mamífera e espero que continue para sempre.&lt;br /&gt;Vez ou outra ela some, quando o pequeno chora aquele choro doído, normalmente pela falta de sono. Ou quando é a mim que o sono incomoda e ele quer é farra. Respiro fundo, às vezes entre lágrimas cansadas e corro atrás dela. Mas tento não me culpar quando a paciência se esgota e converso com Benjamin sobre isso, sobre o meu cansaço. Vou buscando opções que agradem a nós dois.&lt;br /&gt;Aliás, converso com ele sobre tudo e isso me ajuda a manter o foco, a me acalmar e acalmá-lo.&lt;br /&gt;Falando em calma, foi assim que Benjamin nasceu: calmo. Não chorou a principio, e veio logo para os meus braços, e logo que olhei aqueles olhinhos enormes encontrando os meus foi paixão a primeira vista.&lt;br /&gt;Paixão mesmo, daquelas que arrebatam a gente, de não conseguir parar de pensar, nem ficar longe, de acelerar o coração e não deixar o sorriso ir embora. Queria que todos viessem logo conhecer aquele serzinho pequeninho que foi capaz de trazer um sentimento tão forte.&lt;br /&gt;Esse sentimento foi se diluindo em um amor mais sereno, ainda maior, e quando me pego olhando aquela criaturinha dormindo ou brincando, dá vontade de chorar de felicidade. Uma felicidade que é muito maior que eu, que tudo. E a cada dia o amor aumenta, a cada olhar, a cada toque, a cada descoberta do Benjamin eu descubro que meu amor consegue ser maior ainda.&lt;br /&gt;Na contramão de tanta felicidade sinto-me despedaçada. Sempre lia nos relatos como as mulheres renasciam mães, que a transformação era ali naquele momento. Percebo hoje que sempre acreditei que fosse instantâneo, mas não é, não para mim pelo menos.&lt;br /&gt;A mãe calma nasceu sim naquele dia, mas me partiu em pedacinhos e sempre que olho para dentro encaro uma bagunça de partes de mim que tento remontar como um quebra-cabeça. A filha, a irmã, a profissional, a mulher, a menina, a amiga, a madrinha, a namorada/esposa... todas as peças misturada e eu aqui sem saber como me remontar.&lt;br /&gt;E sabe? É estranho sim, é até dolorido me encontrar assim, partida. Mas é gostoso também, é como ir me reconhecendo. Talvez eu tenha sim renascido junto com Benjamin instantaneamente, o problema é que a consciência desse arranjo novo vai demorar, encontrar onde cada peça está não vai ser fácil, talvez seja daquelas tarefas eternas. Pode ser que quando estiver colocando a última peça, tudo decida se remodelar de novo.&lt;br /&gt;E agora, eu tenho mais um companheiro, que ainda nem sabe falar, mas já sabe mostrar o que quer. E que tem o combustível que eu preciso em cada olhar, em cada sorriso.&lt;br /&gt;Enquanto o Benjamin descobre o mundo, eu descubro a mim e a ele. E essa jornada que acaba de completar três meses é deliciosa, e por mim, pode continuar sem fim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Feliz "meservário", filho.&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/644846775309852000-8523770666784548251?l=depoisdebenjamin.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://depoisdebenjamin.blogspot.com/feeds/8523770666784548251/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=644846775309852000&amp;postID=8523770666784548251&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/644846775309852000/posts/default/8523770666784548251'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/644846775309852000/posts/default/8523770666784548251'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://depoisdebenjamin.blogspot.com/2012/01/tres-meses-de-benjamin.html' title='Três meses de Benjamin'/><author><name>Rô Rezende</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14389143072888616529</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://i2.photobucket.com/albums/y27/fadasanguinaria/PICT0030.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-644846775309852000.post-5134488570989076550</id><published>2011-12-18T02:23:00.000-02:00</published><updated>2011-12-18T02:26:58.597-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='solidão'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Recém-Nascido'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='puerpério'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='baby blues'/><title type='text'>O blues do baby...</title><content type='html'>Encontrei o texto abaixo nos meus rascunhos, escrevi nas primeiras semanas do Benjamin, durante um &lt;i&gt;baby blues&lt;/i&gt; talvez. Pensei em descartar, mas acho que a parte cinza, o &lt;i&gt;blues &lt;/i&gt;do &lt;i&gt;baby&lt;/i&gt;, não pode ser desconsiderado. Acho que ignorar e guardar esses sentimentos é o que faz com que projetemos uma maternidade rosa, o que torna o lado &amp;nbsp;obscuro ainda mais dolorido e complicado. Tudo tem dois lados, e com a maternidade não é diferente. Que aprendamos também com as sombras...&lt;br /&gt;&lt;blockquote class="tr_bq"&gt;Solidão. Acho que essa é a palavra que melhor define meu puerpério. Existem tantas outras coisas envolvidas, como felicidade, sorrisos, lágrimas, aprendizagem... Mas é a solidão que tem dado o tom. O silêncio da casa vazia, só eu e Benjamin. Ligo a tv pra ouvir outras vozes além da minha, e para encobrir as vozes dos vizinhos com suas casas cheias de gente. Tento fugir da solidão também pelo mundo virtual, mas talvez eu devesse fazer o caminho inverso. Ir para solidao, me afundar nela. Quem sabe...&lt;/blockquote&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/644846775309852000-5134488570989076550?l=depoisdebenjamin.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://depoisdebenjamin.blogspot.com/feeds/5134488570989076550/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=644846775309852000&amp;postID=5134488570989076550&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/644846775309852000/posts/default/5134488570989076550'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/644846775309852000/posts/default/5134488570989076550'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://depoisdebenjamin.blogspot.com/2011/12/o-blues-do-baby.html' title='O blues do baby...'/><author><name>Rô Rezende</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14389143072888616529</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://i2.photobucket.com/albums/y27/fadasanguinaria/PICT0030.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total><georss:featurename>Taubaté - São Paulo, Brasil</georss:featurename><georss:point>-23.0309385 -45.5483236</georss:point><georss:box>-23.264747500000002 -45.864180600000005 -22.7971295 -45.2324666</georss:box></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-644846775309852000.post-3727677922157231528</id><published>2011-12-18T01:53:00.000-02:00</published><updated>2011-12-18T01:55:13.396-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Parto Domiciliar'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ritual de Passagem'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Relato'/><title type='text'>Relato de Parto – Benjamin – 2 de outubro (39 semanas completas)</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;No sábado, dia primeiro de outubro, fomos para ocentro comprar algumas coisinhas que faltavam (e nem compramos tudo), eu jáestava naquele estado de urgência de deixar tudo arrumadinho, mesmo sabendo quepodia demorar quase um mês ainda, mais três semanas até completar 42, quem sabeaté mais.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;Durante as compras, respondi algumas vezes apergunta tradicional “É para quando?” com o meu também já tradicional “Qualquermomento. Pode ser agora, ou para daqui três semanas. Agora é só esperar omenino decidir”. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;Foi por essas compras da manhã que achei que asdores nas costas acompanhadas de contrações a tarde eram só cansaço. Achei queeram as Braxton que me visitavam diariamente. O estranho mesmo era que primeirovinha a dor nas costas e depois as contrações, por isso, ainda nem tenhocerteza se eram mesmo contrações reais. Dormi um pouco durante a tarde para verse elas acalmavam. Acalmaram, não era o dia ainda.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;Queríamos ir para algum lugar no domingo e o Alexqueria ligar para os amigos para marcarmos uma ida até uma cachoeira. Eu queriavisitar Oxum, senhora das águas doces, antes do pequeno chegar, já fazia umtempo que queria isso. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;Reclamei mais de uma vez com o Alex de acabar com ocrédito nos celulares (o meu e o dele – Fala muito! rs), e se precisássemosligar para a Patrícia (enfermeira obstetra) de madrugada? Ele ignorou essapossibilidade e não deixou quase nada de crédito.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;Quando fomos dormir já era tarde, não lembroexatamente a hora. Como acontecia na maioria das noites de barrigão acordei demadrugada, parecendo que não tinha dormido nada. Além da costumeira vontade defazer xixi, sentia também dor de barriga. Fui no banheiro e só consegui fazerumas gotinhas, mas a vontade continuava, senti medo de ser a infecção de urina voltando.Fiquei um pouco no banheiro, quase dormindo, depois voltei para cama. Malfechei os olhos e abri de novo, a dor tinha voltado.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;Acho que foram umas três ou quatro idas ao banheirocom a tal dor de barriga. Quando tentava deitar, além da dor de barriga vinhauma nas costas que me impedia de ficar deitada.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;Com tanto vai e volta, o sono já tinha sumido e euvi a hora, umas 4 horas da manhã. Até pensei que podia ser trabalho de parto,mas pensei que era minha ansiedade falando mais alto. Não era, mais uma ida aobanheiro e o tampão mucoso tinha começado a sair. Era trabalho de parto. Fiqueitão feliz!&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;Benjamin ia mesmo chegar, tentei não pensar notempo que isso ia levar, porque podia ser logo ou não.&amp;nbsp; Lembrei do que sempre lia nos relatos: tentardormir para encarar descansada todo o processo. Fui para cama e acordei o Alex:&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;“Lembra das aulas sobre o parto e tudo mais?”&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;“Uhum” – mais dormindo que acordado.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;“Sabe o tampão mucoso?”&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;“Uhum”&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;“Então, saiu. Mas é só para você saber, volta adormir que vai demorar ainda”&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;Ele diz que não conseguiu dormir mais, mas eu tenhocerteza que ele cochilou bastantinho ainda rs. Tentei dormir também, masdeitada a dor era muito ruim, eu me contorcia, sentia vontade de chorar, gemia.Impossível ficar deitada. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;Levantei e quando vinham as contrações eu meapoiava nos móveis, ficava de cócoras e jogava o peso do corpo. Elas estavamirregulares, às vezes 10 minutos, às vezes 15, às vezes duravam 30 segundos, asvezes 40. Eu anotava a hora delas em um papel e o tempo que duravam.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;Percebi que eu estava tensionando todo o corpo acada contração, e lembrei da Flávia dizendo que era justamente o que não deviafazer, já que piorava a dor e depois, ficava toda dolorida. Tentei soltar ocorpo, me entregar as sensações, tinha que me concentrar para fazer isso.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;Lembrei do que a Patrícia e a Flávia (doula) tinhamdito para ter certeza que era mesmo o trabalho de parto e contrações, entrar nochuveiro quente e ficar por lá mais de uma hora. Fiz isso, e foi um alívio, aágua caindo nas costas ajudava e acho que espaçou um pouco as contrações, maselas não paravam.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;Fiquei no chuveiro até não agüentar mais a água evesti um vestido coral que, depois, minha irmã contou que era a cor de Iansã,orixá guerreira, que estávamos falando sobre no dia anterior. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;Mandei uma mensagem para minha irmã se preparar queo Benjamin estava chegando. Ela iria ficar em casa para fazer comida e ajudarna parte prática da coisa&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;Passei o resto do tempo andando pela casa e usandoa bola suíça (aquela de pilates). As dores eram tranquilas quando eu ficava emmovimento, na maioria até conseguia falar e pensar em outras coisas, eu quedecidia prestar atenção nelas, sentir cada uma delas.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;Umas seis horas o Alex levantou, quando ele viu opapel com a anotação das contrações levou um susto, viu que fazia algumas horasque tinha começado e perguntou se ia dar tempo das enfermeiras chegarem ou seele que ia ter que fazer o parto. Eu ri e lembrei que o processo era demorado,que podia nascer só na segunda.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;Ele ia pegar minha irmã, comprar o que ainda faltava(absorvente para mim, plástico para cama, álcool 70% coisas assim), na padariae no supermercado, porque não tínhamos praticamente nada em casa. Por isso eleficou praticamente toda manhã fora.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;Nisso, as contrações já tinham se tornado menosespaçadas, cerca de cinco minutos, mas a duração continuava irregular. Ligueipara a Patrícia e falei o que estava acontecendo e a contagem de contrações,perguntei se podia ser alarme falso e ela disse que já estava indo para minhacasa. Ah, e o crédito acabou no meio da ligação! rsrs&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;Eu continuei andando pela casa, usando a bola. Logoo Alex deixou minha irmã que, se não me engano, foi lavar as fraldinhas de panoque tínhamos comprado no dia anterior. Lembro de ter comentado com ela e que iaser desanimador se eu não tivesse dilatação ou tivesse muito pouco, mesmo nãotendo muita dor e estando tranqüilo.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;A Patrícia e a Flávia vieram de São José dos Campose chegaram lá pelas 8h. Pouco depois de chegarem, a Patrícia já fez o toque eouviu o coraçãozinho do Benjamin. Depois de ouvir os batimentos, ela perguntouse eu tinha comido e como não tinha, mandou que eu comesse de preferência umchocolate. Na hora não me toquei, mas agora acredito que o batimento deviaestar meio baixo. Mas quando fez o toque, foi um susto bom, eu já estava comcerca de 8 cm de dilatação! Até as duas se assustaram porque eu estava bemtranqüila. E o bebê já estava encaixado e baixo.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;Logo em seguida o Alex chegou da padaria e eu comiqualquer coisa sem muita vontade. A Flávia então me mandou ir para o chuveirorelaxar, que isso iria acelerar o processo. Enquanto isso o povo corria paraencher a banheira. Era meio estranho ver todo mundo trabalhando e correndoenquanto eu não podia fazer muito mais que esperar e me concentrar no processo.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;O cansaço começou a bater e tentei dormir encostadana bola, enquanto isso a Patrícia massageava uma parte das minhas costas queestava inchada, a área do osso sacro se não me engano. Não consegui dormir, masdeu para descansar um pouco, consegui me voltar um pouco para dentro, encontrarsilêncio.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;Em algum momento me perguntaram sobre a bolsa, setinha estourado, e eu disse que achava que não.&amp;nbsp;Contaram que era possível nascer sem estourar, mas que elas nunca tinhamvisto, só ouvido falar. Chamava nascer empelicado. Minha irmã me lembrou quenaquela semana tinha comentado comigo sobre isso de um livro de História quetinha lido, que na Itália quem nascia dessa forma era considerado um ‘benandanti’*&lt;span style="color: red;"&gt; &lt;/span&gt;e combatia os&lt;span style="color: red;"&gt; &lt;/span&gt;‘malandantis’*&lt;span style="color: red;"&gt; &lt;/span&gt;através de viagem astral (tem uma foto da minha caraquando ela me lembrou disso e eu falei algo como “É?” rsrs). Pensei que seriauma bonita coisa para contar para o Benjamin se ele nascesse dessa forma.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: left; margin-right: 1em; text-align: left;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-RIjuyEOPpWw/Tu1cDpKuE3I/AAAAAAAAATw/5q_K2VPdwLg/s1600/DSC09620.JPG" imageanchor="1" style="clear: left; display: inline !important; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;img border="0" height="150" src="http://4.bp.blogspot.com/-RIjuyEOPpWw/Tu1cDpKuE3I/AAAAAAAAATw/5q_K2VPdwLg/s200/DSC09620.JPG" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Descansando entre as contrações.&lt;br /&gt;Com carinho da Flávia, Patrícia e Alex.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;Depois de muito trabalho duro de todos, a banheiraestava cheia, e as dores tinham começado a piorar. Quando entrei na água acontração seguinte foi bem mais leve, o calor e o líquido ajudaram bastante econsegui relaxar um pouco mais na água. Eu ainda conseguia conversar entre ascontrações. E sem mais panelas de água para levar o Alex se concentrou emorganizar as músicas que eu tinha separado para o parto. Zeca Baleiro, AlceuValença, Dona Zica, Lenine e Faun.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;As dores voltaram a piorar, e pensando agora,imagino que se estivesse fora da água seriam bem piores. O Alex ficou na bordae quando vinha uma muito forte eu me apoiava nele, quando passava euaproveitava para respirar, descansar e pensar no bebê que estava por vir.Durante as contrações eu ia mudando de posição até encontrar uma que diminuíssea dor, e fazia as respirações que a Flávia ensinou nas aulas. Quando veio umamais forte, a respiração ficou mais forte e minha irmã disse “Grita aí”, e eugritei. Gritei alto, forte e esqueci da dor (Alex deve ter ficado surdo por unsdias, foi bem na orelha dele). Parava para respirar e a dor voltava, erapreciso gritar.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: right; margin-left: 1em; text-align: right;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-KiTEfvY85NA/Tu1cMyYGR5I/AAAAAAAAAT4/pr7l2AMXFUE/s1600/DSC09638.JPG" imageanchor="1" style="clear: right; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="150" src="http://4.bp.blogspot.com/-KiTEfvY85NA/Tu1cMyYGR5I/AAAAAAAAAT4/pr7l2AMXFUE/s200/DSC09638.JPG" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Mais descanso. Mais carinho.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;Gritei tanto que os vizinhos vieram ver se estavatudo bem, tínhamos nos mudado a pouco tempo e nem os conhecíamos. Era domingohora do almoço... rsrs. Minha irmã atendeu a porta e disse que estava tudo bem.Achei que eles iam chamar a polícia e consegui rir.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;A cada contração eu tentava lembrar que elas metrariam meu filho, pensava no meu corpo se abrindo, no meu filho chegando...tudo que me ensinaram, que aprendi, que li. Até que comecei a sentir vontade defazer força, de empurrar, mas não sabia se podia, tinha medo de fazer forçaantes da hora, medo dessa vontade ser só de que tudo acabasse logo, queriadormir.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;Perguntei quando podia fazer força e a Patrícia e aFlávia responderam que assim que eu sentisse vontade. Então, quando a vontade vinha,fazia força, empurrava, mas tentava me concentrar para só fazer isso quando avontade fosse do meu corpo e não impulso do meu cansaço. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;Eu podia sentir meu filho descendo pelo canal, erauma sensação estranha e boa, me dizia que estava acabando. Coloquei a mão epude sentir, estava longe. Me perguntaram se o que eu sentia era meio liso,era. Era a bolsa, ela não tinha estourado ainda.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;Não sei quanto tempo durou esse período, mas sempreque a contração passava eu tocava para ver onde estava a cabeça do Benjamin, àsvezes estava bem baixa e eu me animava achando que ia acabar logo, mas nacontração seguinte subia um pouco e eu me perguntava se ele ia mesmo nascer.Parecia que nunca ia acabar, ele subiu e desceu algumas vezes. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;A Kátia chegou já nesse finalzinho e trouxe umaenergia boa que se uniu a de todos os outros que já estavam lá. Eu achei quenão tinha conseguido me desligar durante o processo até comentei isso com aFlávia dias depois, eu queria ter ido a partolândia, mas minha consciência sempreesteve ali. Mas repensando hoje vejo que minha consciência estava mesmo ali,mas ali em mim e no meu filho, e não ao redor. E isso só foi possível poraquela energia, pelo silêncio respeitoso, pela paciência, pela confiança...&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;Eu perguntei o que acho que todas nós devemospensar em algum momento “Ele vai mesmo nascer? E se não nascer?”. Eu estavacansada, meu filho parecia estar tão perto em uma contração, mas na próxima seafastava. Não sei exatamente se isso era para ser assim ou se fui eu que atraseio processo.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;Em um dos intervalos das contrações a Patríciatentou auscultar o coraçãozinho do pequeno, mas a minha posição (sentada com aperna dobrada para trás), não permitia e fiquei de pé para ver se melhoravapara ela. Pareceu que era aquilo que faltava, que eu me levantasse. Antes queela conseguisse encontrar o coração veio uma contração, forte. Fiz força e eledesceu. O círculo de fogo! Como doía aquilo, eu queria chorar, o Alex seguravaminhas mãos e eu gemia de dor.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;Benjamin coroou, eu não vi na hora, mas nas fotosdeu para ver a bolsa d’agua, era meio verde e soube que isso era um pouco demecônio. Soube depois também que o Alex se preocupou com isso porque não tinhaouvido quando falaram sobre. Acho que foram mais duas ou três contrações depoisdisso, que ele nasceu por inteiro, a cabeça desceu e ao passar o ombro a bolsaestourou. A Patrícia teve que ser rápida para ele não cair na água. rsrs&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;Esses últimos minutos foram os mais doloridos, maspassaram rápido e logo aquele serzinho pequeno já tinha nascido. Me sentei nabanheira e ele veio para os meus braços, nasceu sem chorar, mas com os olhosmuito abertos e vivos e olhou direto para os meus olhos. Era lindo, perfeito! &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;Ele chorou logo em seguida de frio, enquanto eupingava de calor. Quando me levantei da banheira saiu muito sangue o quepreocupou mais uma vez o Alex e um pouco a mim, mas a equipe disse que eranormal e eu me sentia bem, só cansada.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: left; margin-right: 1em; text-align: left;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-8AxbduXJmLA/Tu1cWiPZe5I/AAAAAAAAAUA/Ti_wkwKdnKI/s1600/DSC09687.JPG" imageanchor="1" style="clear: left; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="150" src="http://4.bp.blogspot.com/-8AxbduXJmLA/Tu1cWiPZe5I/AAAAAAAAAUA/Ti_wkwKdnKI/s200/DSC09687.JPG" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Benjamin, horas depois de nascer.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;Fomos para cama nos esquentar e algum tempo depoisa placenta nasceu, uma sensação boa e até anestesiante. O cordão só foi cortadoquando parou de pulsar, ele mamou na primeira ou segunda hora de vida com ajudada Kátia e da Patrícia para acertar a pega, demorou um pouco para acertarmos,mas mamou bem. Eu não tive lacerações.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;E foi assim que Benjamin nasceu, às 13h17 do dia 2de outubro de 2011, um domingo de sol com chuva no final da tarde (como eutinha pedido no dia anterior, que meu filho nascesse com chuva).&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt;"&gt;&lt;b&gt;Agradecimentos&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt;"&gt;Ao Alex, por me acompanhar em uma&lt;a href="http://bebedubem.blogspot.com/"&gt; Roda Bebedubem&lt;/a&gt;mesmo achando, a principio, “coisa de índio”. Por se abrir para essapossibilidade e perceber que era o melhor para mim e para o nosso filho e apoiarminha decisão integralmente. Por ter estado ao meu lado durante o processotodo, por ter segurado a minha mão, por ter me dado um olhar seguro e umsorriso quando eu sentia meu corpo se despedaçar e minha alma se abrir. Por sertão contrário de mim, meu oposto, e ao mesmo tempo tão parecido... por tantacoisa, que é melhor deixar para lá. (Além claro do fato de ‘ter me dado’ oBenjamin rsrs)&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt;"&gt;A Flávia, a Patrícia, a Kátia e a Denise, quetrouxeram (e trazem) a possibilidade de um parto humanizado não só para mim,mas para outras mães e bebês da região. Que permitem que esse ritual tãoimportante na vida de uma mulher, de um bebê, de uma família não seja esquecidoe possa continuar acontecendo apesar das tantas dificuldades da nossa realidadeobstétrica e hospitalar. Por saberem estar presentes respeitando o tempo, ocorpo e a alma de cada mãe e filho. Por criarem &lt;a href="http://www.mamiferas.com/2011/11/1089.html"&gt;um círculo mágico e sagrado&lt;/a&gt; acada parto, confiarem no poder de fêmea de cada uma de nós. É impossíveldescrever em palavras o quanto essas mulheres mudaram a minha vida e mudam a detantas outras, elas permitiram que nascesse não só um bebê , mas a fêmea que sempresenti e sonhei em mim: a felina silenciosa, a bruxa poderosa, a mãe paciente. (vouparar de escrever porque esse relato já tá virando um livro).&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt;"&gt;A minha irmã, Michele, que foi presença fundamentalno nascimento do Benjamin e em sua primeira semana de vida. Que soube cuidar demim, para que eu pudesse cuidar do meu pequeno. Bruxa da cozinha, que trouxeseus feitiços em forma de temperos e aromas para minha cozinha nos primeirosdias e alimentou corpo e alma.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt;"&gt;A minha mãe, Maria Alice, que entendeu que para eunascer mãe eu precisava me distanciar da condição de filha. Que mesmo achandoloucura aceitou (ou pelo menos fingiu bem rsrs) meu parto domiciliar e depoisficou toda orgulhosa da minha força... rsrs. E que ainda hoje respeita meumaternar, sempre dando suas colheradas e palpitadas (muito bem vindas porsinal), mas sem impô-las.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt;"&gt;Ao meu pai, Sinésio, que pode não ter entendido amaioria das minhas decisões, que talvez não tenha aceitado o parto domiciliar nemmesmo agora (rsrs), mas que as respeita. E que ainda não se deu conta que, seeu trilhei todo esse caminho, lutando por ter algo tão diferente da maioria,nadando contra a corrente, buscando informações a cada passo e tomando minhaspróprias decisões sem tutela médica ou familiar, foi pura e simplesmente porqueele me ensinou a ser assim desde criança, nunca me dando uma resposta pronta,me fazendo buscá-la. Nunca me “dando o peixe, mas ensinando sempre a pescar”.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt;"&gt;A todas as pessoas, conhecidas ou não, que de algumaforma fizeram parte desse processo todo. Seja nas listas, que mais li queescrevi, nos relatos de parto que me deram força e me fizeram chorar e sorrirao mesmo tempo. Tanta gente que nem se deu conta do quanto me ajudou.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/644846775309852000-3727677922157231528?l=depoisdebenjamin.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://depoisdebenjamin.blogspot.com/feeds/3727677922157231528/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=644846775309852000&amp;postID=3727677922157231528&amp;isPopup=true' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/644846775309852000/posts/default/3727677922157231528'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/644846775309852000/posts/default/3727677922157231528'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://depoisdebenjamin.blogspot.com/2011/12/relato-de-parto-benjamin-2-de-outubro.html' title='Relato de Parto – Benjamin – 2 de outubro (39 semanas completas)'/><author><name>Rô Rezende</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14389143072888616529</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://i2.photobucket.com/albums/y27/fadasanguinaria/PICT0030.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-RIjuyEOPpWw/Tu1cDpKuE3I/AAAAAAAAATw/5q_K2VPdwLg/s72-c/DSC09620.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-644846775309852000.post-8680995572201014966</id><published>2011-09-24T23:56:00.002-03:00</published><updated>2011-09-25T00:05:57.230-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Fêmea'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ritual de Passagem'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Tenda Vermelha'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Macho'/><title type='text'>[LIVRO] A Tenda Vermelha, de Anita Diamant</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.vesoloski.eti.br/blogdagabi/uploaded_images/livro_ATendaVermelha-725034.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://www.vesoloski.eti.br/blogdagabi/uploaded_images/livro_ATendaVermelha-725034.jpg" width="218" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;Li esse livro pela segunda vez em outubro de 2010, e falei de como ele mexe comigo &lt;a href="http://sanguerosasevinhotinto.blogspot.com/2010/10/dinah.html"&gt;aqui, nesse post de outro blog&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;Hoje percebo que o que me toca nesse livro não são só as dores de Dinah e sua família. Dores que não convém citar já que não quero atrapalhar a leitura de ninguém e esse livro vale cada página.&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;O que me toca são as reuniões femininas na tenda vermelha, a união das mulheres daquela época, a forma como uma se apoiava nas outras e se amavam. É estranho pensar que antigamente as mulheres eram muito mais unidas do que hoje em dia, ainda mais quando consideramos que muitas vezes elas dividiam o mesmo homem e teoricamente, a disputa entre elas deveria ser muito maior que hoje em dia.&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;Quando foi que nos esquecemos de amar nossas irmãs? Quando foi que nos ensinaram que somos inimigas e os homens são tão melhores que nós? Quando foi que esquecemos os segredos femininos e terceirizamos nossas funções biológicas? Quando foi que ficamos tão fúteis e vazias? Quando foi que no tornamos tão ou mais machistas que alguns homens?&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;Penso em toda vez que vi uma mulher brava porque outra tinha lhe roubado o namorado, dos insultos, da disputa entre elas. Quando na verdade, quem deveria ser insultado era o homem, afinal, o compromisso era dele, não?&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;Não, eu não sou feminista (esse termo só me parece o machismo ao contrário). Eu sou mulher, sou fêmea, e gosto de ser diferente dos homens, dos machos. Gosto de sangrar a cada lua para lembrar que posso gerar, se não houvesse sangue mensal, hoje o Benjamin não estaria aqui se formando de mim e do pai dele.*&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;Fico triste ao ver mulheres brigando com outras mulheres por motivos tolos, de ver mulheres tentando provar que são tão capazes quanto os homens e tendo de deixar seu lado fêmea de lado, de ver mulheres renegando a biologia, enojadas com seu sangue, preocupadas com um padrão de beleza &lt;i&gt;photoshopado &lt;/i&gt;e machista.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;A gravidez me fez gostar ainda mais de ser fêmea, o privilégio de gerar um bebê é nosso, e confesso que tenho uma certa compaixão com machos que não podem sentir com tanta intensidade esse momento. Foi também a gravidez que me fez ver que as tendas vermelhas tem se levantado novamente, que há mulheres por ai lutando para pegarem de volta o poder sobre seus corpos, sobre sua sexualidade e sobre seus mistérios.&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;Vejo mulheres passando os mistérios umas para as outras, fêmeas alfa, fortes, admiráveis, são doulas, parteiras, enfermeiras obstetras (&lt;a href="http://bebedubem.blogspot.com/"&gt;e as que tem passado para mim são daqui&lt;/a&gt;). Às vezes elas não têm rótulo nenhum, mas ensinam a parir, a amamentar, a maternar, são mulheres que conquistaram seus mistérios de volta e agora cuidam de devolvê-los a outras mulheres.&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;O mais bonito dessa tendas vermelhas modernas é que os homens não são mais proibidos de entrar nelas, os machos dispostos podem participar desse processo e os que tem coragem para fazer esse trajeto&amp;nbsp;encontram a força do feminino, ficam mais perto de entender as diferenças e mais apaixonados pelas fêmeas. As tendas vermelhas também transformam os machos. Pena que os machistas não tenham coragem suficiente para fazer essa jornada ao lado de suas companheiras.&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;Mas vejo nesses círculos mistos de mulheres e homens uma nova esperança, uma nova possibilidade. Sem guerra dos sexos, sem inferior X superior, gêneros diferentes lado a lado. Homens e mulheres, machos e fêmeas se complementando.&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;Que os deuses permitam que eu e o Alex possamos criar o Benjamin assim, reconhecendo a força das fêmeas, respeitando o poder feminino e também o seu próprio poder de macho. Que ele não tenha medo de entrar nas tendas vermelhas, que ele caminhe lado a lado daquela que um dia amar.&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;*Sobre a menstruação tem um livro maravilhoso da Monika Von Koss que super vale a pena, Rubra força: fluxos do poder feminino. A &lt;a href="http://monikavonkoss.com.br/site/rubra-forca"&gt;sinopse pode ser encontrada aqui&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://books.google.com.br/books?id=4RZNw8XYLcEC&amp;amp;pg=PA175&amp;amp;lpg=PA175&amp;amp;dq=rubra+for%C3%A7a&amp;amp;source=bl&amp;amp;ots=FMDTLL9Lk5&amp;amp;sig=rZ0F8D8OnnfEdAgARxhHC3plX_s&amp;amp;hl=pt-BR&amp;amp;ei=t5V-Tuz3K4GtgQeZ0N1g&amp;amp;sa=X&amp;amp;oi=book_result&amp;amp;ct=result&amp;amp;resnum=5&amp;amp;ved=0CD0Q6AEwBA#v=onepage&amp;amp;q&amp;amp;f=false"&gt;uma parte do livro aqui.&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-small;"&gt;Mais um post confuso. Era para ser sobre o livro, mas divaguei demais e não pretendo mudar. Aliás, não vou nem revisar. Só percebi que esqueci um dos pontos principais de falar do livro aqui, a história fala de Dinah e sua família. Família essa que já &lt;a href="http://depoisdebenjamin.blogspot.com/2011/08/benjamin.html"&gt;citei aqui&lt;/a&gt;, falando da origem do nome Benjamin. É! Benjamin é o irmão caçula de Dinah. E apesar deles não terem se conhecido e ele mal ter sido citado no livro, ser dessa família foi um dos muitos motivos da escolha do nome. Eu tinha cogitado Dinah se fosse uma menina.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/644846775309852000-8680995572201014966?l=depoisdebenjamin.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://depoisdebenjamin.blogspot.com/feeds/8680995572201014966/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=644846775309852000&amp;postID=8680995572201014966&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/644846775309852000/posts/default/8680995572201014966'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/644846775309852000/posts/default/8680995572201014966'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://depoisdebenjamin.blogspot.com/2011/09/livro-tenda-vermelha-de-anita-diamant.html' title='[LIVRO] A Tenda Vermelha, de Anita Diamant'/><author><name>Rô Rezende</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14389143072888616529</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://i2.photobucket.com/albums/y27/fadasanguinaria/PICT0030.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-644846775309852000.post-8761747021586138734</id><published>2011-09-24T22:31:00.000-03:00</published><updated>2011-09-24T22:31:51.043-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Planos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Melhorar'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Upgrade'/><title type='text'>Melhorar...</title><content type='html'>Ser mãe sempre fez parte dos meus planos, sempre foi uma das coisas que eu mais queria, mas eu só pretendia passar para essa fase depois de resolver alguns defeitos meus que me incomodavam (ainda incomodam) muito. A ideia era essa principalmente para que a cria não recebesse esses defeitos, não assimilasse essas coisas ruins.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu ia me tornar mais organizada, ia ser mais disciplinada, ia conseguir ter um vida mais saudável (menos sedentarismo e alimentação equilibrada), ia dormir menos e ser menos preguiçosa (eu praticamente hiberno às vezes), ia ser menos tímida (consequentemente, menos anti-social), ia lidar melhor com minhas emoções, ia ser menos crítica, principalmente comigo e com os que eu amo, ia ser/fazer tanta coisa...ia melhorar tanto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bom, a gravidez veio antes desse &lt;i&gt;upgrade pessoal &lt;/i&gt;e&amp;nbsp;ainda tenho receio de passar esses e outros defeitos para o Benjamin. E agora, eu olho para bagunça que tá o quarto que era meu na casa do meu pai e vejo o quanto dos meus defeitos estão incluídos nessa bagunça: a falta de organização de ter deixado chegar a esse ponto, a preguiça de arrumar... Suspiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Penso na teoria de que o que nos incomoda nos outros é o que nos incomoda em nós. Será que vou ser do tipo de mãe que briga com o filho pela bagunça do quarto enquanto o dela tá igual?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tenho dois consolos nisso. O primeiro é que se eu fosse melhorar todos os meus defeitos nunca teria tempo para ter um filho. O segundo é que posso tentar ir melhorando aos poucos, junto e ao lado do Benjamin.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-small;"&gt;Que post mais sem pé nem cabeça....&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/644846775309852000-8761747021586138734?l=depoisdebenjamin.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://depoisdebenjamin.blogspot.com/feeds/8761747021586138734/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=644846775309852000&amp;postID=8761747021586138734&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/644846775309852000/posts/default/8761747021586138734'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/644846775309852000/posts/default/8761747021586138734'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://depoisdebenjamin.blogspot.com/2011/09/melhorar.html' title='Melhorar...'/><author><name>Rô Rezende</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14389143072888616529</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://i2.photobucket.com/albums/y27/fadasanguinaria/PICT0030.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-644846775309852000.post-5937858761771941350</id><published>2011-09-16T11:17:00.001-03:00</published><updated>2011-09-16T11:17:58.210-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Creche'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Separação'/><title type='text'>E a creche?</title><content type='html'>36 semanas e 5 dias. Eu ainda nem o tenho nos braços e já tenho pensado em quando for hora de deixá-lo, mesmo que por &lt;strike&gt;muitas &lt;/strike&gt;algumas horas em uma creche.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Metade de mim diz que eu não deveria estar me preocupando com isso antes da hora, diz para deixar que as coisas vão se ajeitando. A outra metade, a racional, diz que não posso me dar ao luxo de adiar esses pensamentos.&lt;br /&gt;Em um acordo entre as partes, decidi pelo meio termo. Vou sim pensar no assunto, olhar creches, pesquisá-las, pedir indicações, encontrar a que se encaixa melhor no que eu quero e no que eu posso pagar. Decidir por algumas e descobrir como funciona a matrícula, deixar reservado se for necessário. Porque se precisar mesmo ir para creche, pelo menos será uma pensada, analisada, sem correrias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois vou esquecer do assunto, não vou pensar na separação, ou em que como um serzinho tão pequeno vai para um lugar com desconhecidos e sem atenção necessária. Não vou pensar na minha dor, nem na dele... vou me focar no parto, nos dias junto dele e procurar uma solução melhor para não ferrar a renda familiar nem abandonar o pequeno em uma creche.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Só para constar: creche é uma palavra muito feia.&lt;/span&gt;..&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/644846775309852000-5937858761771941350?l=depoisdebenjamin.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://depoisdebenjamin.blogspot.com/feeds/5937858761771941350/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=644846775309852000&amp;postID=5937858761771941350&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/644846775309852000/posts/default/5937858761771941350'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/644846775309852000/posts/default/5937858761771941350'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://depoisdebenjamin.blogspot.com/2011/09/e-creche.html' title='E a creche?'/><author><name>Rô Rezende</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14389143072888616529</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://i2.photobucket.com/albums/y27/fadasanguinaria/PICT0030.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-644846775309852000.post-4043304290876507697</id><published>2011-09-13T11:24:00.002-03:00</published><updated>2011-09-14T11:03:17.678-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Recém-Nascido'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Preocupação'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Medo'/><title type='text'>Benjamin está chegando...</title><content type='html'>Não, eu não estou em trabalho de parto. Ainda bem, por que estou apenas com 36 semanas e tenho muitas coisas para arrumar para chegada dele. Mas foi nessa semana que eu tomei consciência de que ele está vindo mesmo, que logo terei um bebê nos braços, e também foi quando o medo, as inseguranças e as incertezas deram lugar a felicidade e a ansiedade por ele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sei que parece estranho, mas eu demorei para tomar consciência de estar grávida. Foi com uns 4/5 meses que senti a gravidez como real, antes era como um sonho ou uma loucura. Até pouco tempo atrás tive medo que levasse mais ou menos o mesmo tempo para perceber que o bebê que logo estará em meus braços era meu filho, que demorasse para sentir aquele amor que envolve a gente que a maioria das mães fala. Sendo mais objetiva, senti medo de rejeitar a cria, não me sentir mãe, ter depressão pós-parto...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porque eu sou assim, tem um &lt;i&gt;delay &lt;/i&gt;entre o "saber algo" e "tomar consciência". Eu demoro um pouco para me tocar de que algo é real. Foi assim que o início da faculdade e com o final dela, com o começo do namoro (com os términos no meio)... enfim, com tudo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até então eu pensava no parto com carinho, me preparava para ele (ainda me preparo), eu gostava de pensar na gravidez e no trabalho de parto. Mas parava ai, não conseguia me ver com um recém-nascido nos braços, um serzinho que dependia exclusivamente de mim e do meu corpo. Eu não me sentia preparada para o pós-parto. Eu pensava muito no Benjamin mas, ou era nele aqui agora, dentro da barriga quentinha, ou mais tarde, já com alguns meses ou anos. Havia uma lacuna entre a gravidez e essa fase, uma lacuna que só agora tem se preenchido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu tinha muito medo de não dar conta de cuidar dele nos primeiros meses, de não conseguir me doar o necessário, de não amá-lo o suficiente (ainda tenho). Nunca neguei nenhum desses medos, do mesmo jeito que tentei aceitar todas as inseguranças da gravidez. E acho que foi aceitar que a gravidez não é um comercial de margarina que me tem me ajudado a aproveitar melhor as partes boas e a me sentir mais forte e preparada. Estou tentando respeitar meu próprio tempo e não forçando as coisas. Acho que tem funcionado...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/644846775309852000-4043304290876507697?l=depoisdebenjamin.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://depoisdebenjamin.blogspot.com/feeds/4043304290876507697/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=644846775309852000&amp;postID=4043304290876507697&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/644846775309852000/posts/default/4043304290876507697'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/644846775309852000/posts/default/4043304290876507697'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://depoisdebenjamin.blogspot.com/2011/09/benjamin-esta-chegando.html' title='Benjamin está chegando...'/><author><name>Rô Rezende</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14389143072888616529</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://i2.photobucket.com/albums/y27/fadasanguinaria/PICT0030.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-644846775309852000.post-8830893941735687456</id><published>2011-09-08T12:22:00.003-03:00</published><updated>2011-09-08T12:33:29.682-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Parto Domiciliar'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cesárea'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ritual de Passagem'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Parto'/><title type='text'>Parto humanizado e domiciliar. Mas por quê?</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-small;"&gt;Esse post não pretende informar sobre os motivos médicos que fazem com que o parto natural seja o mais interessante. Nem tenho gabarito para isso, é mais para explicar (e entender) os meus porquês. Se você procura informações científicas, veja os links no final do post.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Maternar sempre foi um sonho para mim, embora a maioria das pessoas a  minha volta estranhem quando digo o quanto eu quis ser mãe. E o parto sempre foi uma parte importante do maternar, era o momento sagrado e mágico em que uma criança chega ao mundo. Era o ritual de passagem de filha para mãe, muito mais do que o sexo em si, o parto tornava a donzela em mulher... Afundar na dor, no instinto, encontrar nossas sombras mais profundas e então retornar, com uma criança nascida nos braços e renascida em mulher.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;E eu sempre dei muito valor aos rituais de passagem, sempre senti uma pontada de decepção por não ter me preparado para a primeira menstruação. Por não existir mais a passagem dos segredos femininos de geração para geração, por eles estarem tão deturpados, tão neglicenciados. A maioria das mulheres nem se percebe mais da importância do sangue menstrual.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Desde pequena, lá pelos 11 anos, eu decidi que queria um parto na água (hoje já sei que não depende de uma decisão, mas do que meu corpo achar melhor na hora). Foi em um programa do Discovery, acho que o nome era História de um Bebê. Em um dos episódios apareceu um parto em uma banheira e aquilo era mágico, era um jeito maravilhoso de parir e de nascer. Mais tarde encontrei blogs e sites que apoiavam o parto natural, a amamentação prolongada... Coisas que iam de encontro ao que eu acreditava, fui vendo que não era a única a dar importância aos rituais de passagem, aos mistérios do corpo feminino. Encontrei mulheres que lutavam pelo seus direitos e pelos direitos de suas crias. Mulheres que lutavam para ter de volta o controle sobre seus corpos, aos seus segredos, tanto na hora do parto quanto na criação dos pequenos. Mulheres que sabiam de sua força...&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Além do valor desses evento fisiológico e da influência deles na psique e espírito, tem também a importância que ele seja o mais natural possível, com o mínimo de intervenções e de drogas sintéticas., a não ser que sejam realmente necessárias para a sobrevivência e bem estar de mãe e filho&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Isso porque, o corpo humano, como o de todos os animais, foi feito para procriação da espécie, os hormônios são liberados para que isso ocorra e para que a mãe proteja a cria. A Natureza tem milhões de anos de experiência aprimorando o parto, e se estamos aqui hoje é porque funciona, porque mesmo que eu tenha nascido de cesárea, minha mãe, meu pai e todos os meus tios nasceram de parto natural, em casa, e nem todos tiveram parteira. Já a medicina tem quantos anos em intervenções e cesarianas?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Mesmo que não saibamos nenhuma história de problemas pelo excesso de cesariana (pelo menos, comprovadas cientificamente), não temos garantia nenhuma da segurança dela usada de forma indiscriminada, temos? O médico diz que é seguro hoje da mesma forma que achavam seguro assistir a &lt;a href="http://updateordie.com/blog/2010/09/14/fotografo-relata-sessoes-em-testes-de-bomba-atomica/"&gt;testes de bomba atômica assim&lt;/a&gt;. (Tá, comparação um pouco exagerada, mas deu para entender como mudam a visão humana das coisas, né? O que hoje é dito seguro amanhã pode ser visto como absurdo)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Além do mais a dor é um aviso do corpo, é uma forma de comunicação que desaprendemos a entender. Estamos em uma sociedade em que isso é usual. É normal tomar um remédio qualquer para o mínimo de dor ou desconforto. Uma dorzinha de cabeça chata e lá vem o analgésico, não se pára para pensar no motivo da dor, não se trata a causa, se trata o efeito. E o que acontece? O corpo percebe que foi ignorado, não deram ouvidos para seu grito, e se a causa continua (trabalho demais, por exemplo) ele grita mais forte, a dor aumenta. Se toma uma dose maior de analgésico e o ciclo se repete.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;E o mesmo acontece com as dores 'não-físicas', depressão? Anti-depressivo. Não consegue dormir? Calmante. E assim caminhamos, ignorando nosso corpo e seus avisos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Por isso eu acho que é importante sim sentirmos a dor do parto, porque se ela faz parte do processo deve ter sua importância. Não que eu seja masoquista, ou que não esteja morrendo de medo da dor (e se eu não aguentar?), ou que não esteja torcendo para que eu esteja no time das mulheres que sente pouca ou nenhuma dor. Mas não quero que meu parto seja uma experiência pela metade, eu quero que ele seja completo, e se meu corpo diz que eu devo sentir dor por algum motivo, é porque eu preciso passar por essa dor, descobrir de onde ela vem e tratar sua causa. Causa essa que pode ser a posição, tensão, esforço... então, ao invés de ingerir drogas para cortar a dor, vou me focar em entender meu corpo para responder ao seu pedido: mudo de posição, tento relaxar, massagens para aliviar o músculo que está se esforçando.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Dor para mim não é sofrimento. Dor é só um aviso fisiológico, sofrimento é meu psicológico focando de forma errada na dor e se eu entendo o porquê e a importância da dor, já é meio caminho andado para aceitá-la e superá-la. Sei que um hospital não respeitaria essa minha opção, muito menos entenderia... &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Da mesma forma que quero respeitar os avisos do meu corpo que vem em forma de dor, quero respeitar o meu tempo e o tempo do meu bebê. Não quero ter prazo para parir como se fosse um trabalho. Um hospital também não respeitaria isso.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Também não respeitaria o meu desejo de evitar intervenções desnecessária no meu filhote, ou o meu jeito de parir, fosse no silêncio ou fosse aos gritos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Um hospital padrão e tradicional era a minha última opção por não respeitar meus desejos, por tirar de mim a chance de parir meu filho da forma como eu acho melhor, por tornar um ritual de passagem sagrado em um procedimento médico, mesmo que fosse parto pela via vaginal.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;A primeira opção era uma casa de parto, mas não encontrei nenhuma na região. A segunda um hospital realmente humanizada, também não achei. Contudo, na busca pela casa de parto encontrei a possibilidade de um parto domiciliar. E lendo, conversando, pesquisando... essa opção foi se tornando cada vez mais real e de repente, se tornou a única em que cabia tudo que eu queria para um parto, a única que eu queria&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;E é assim que eu decidi ter meu filho, em casa, com acompanhamento da equipe do &lt;a href="http://bebedubem.blogspot.com/"&gt;Bebedubem &lt;/a&gt;, de São José dos Campos. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Se eu tenho medo dessa escolha? Se eu tenho medo de algo dar errado? Tenho mais medos do que dedos na mão, mas quem não os tem?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;i&gt;PS: Um livro teve muita influência nesse desejo por um parto natural e acompanhado de outras mulheres, A Tenda Vermelha, de Anita Diamant. Mas isso fica para um outro post.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Onde encontrar informações sobre parto humanizado:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;a href="http://www.partodoprincipio.com.br/"&gt;Parto do Princípio &lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;a href="http://www.partohumanizado.com.br/cap6.html"&gt;Parto Humanizado&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;a href="http://www.amigasdoparto.com.br/"&gt;Amigas do Parto&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;a href="http://www.maternidadeativa.com.br/"&gt;Maternidade Ativa&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Sobre parto domiciliar:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;a href="http://www.amigasdopartogestantes.com/2011/01/parto-domiciliar-como-e.html" target="_blank"&gt;http://www.&lt;wbr&gt;&lt;/wbr&gt;amigasdopartogestantes.com/&lt;wbr&gt;&lt;/wbr&gt;2011/01/parto-domiciliar-como-&lt;wbr&gt;&lt;/wbr&gt;e.html&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;a href="http://www.amigasdopartogestantes.com/2011/01/o-parto-domiciliar-no-contexto.html" target="_blank"&gt;http://www.&lt;wbr&gt;&lt;/wbr&gt;amigasdopartogestantes.com/&lt;wbr&gt;&lt;/wbr&gt;2011/01/o-parto-domiciliar-no-&lt;wbr&gt;&lt;/wbr&gt;contexto.html&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/644846775309852000-8830893941735687456?l=depoisdebenjamin.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://depoisdebenjamin.blogspot.com/feeds/8830893941735687456/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=644846775309852000&amp;postID=8830893941735687456&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/644846775309852000/posts/default/8830893941735687456'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/644846775309852000/posts/default/8830893941735687456'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://depoisdebenjamin.blogspot.com/2011/09/parto-humanizado-e-domiciliar-mas-por.html' title='Parto humanizado e domiciliar. Mas por quê?'/><author><name>Rô Rezende</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14389143072888616529</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://i2.photobucket.com/albums/y27/fadasanguinaria/PICT0030.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-644846775309852000.post-4946700314795737350</id><published>2011-09-06T14:46:00.000-03:00</published><updated>2011-09-06T14:46:33.042-03:00</updated><title type='text'>8 meses...</title><content type='html'>Pára e pensa nas semanas, divide por quatro e só então percebe que está de oito meses. OI-TO ME-SES! O que significa que daqui a mais quatro semanas, começa a ansiedade do pode-nascer-a-qualquer-momento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já posso começar com a crise do ninho (ou seja lá como se chama)? É, aquela que chega no final da gravidez e faz todas as mães enlouquecerem pensando que tem que deixar tudo pronto para cria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Será que vai dar tempo? Posso entrar de licença amanhã para arrumar tudo? E se não der? Como faz? E se o trabalho de parto começar, engrenar e não tiver nada pronto e se eu não estiver pronta?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/644846775309852000-4946700314795737350?l=depoisdebenjamin.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://depoisdebenjamin.blogspot.com/feeds/4946700314795737350/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=644846775309852000&amp;postID=4946700314795737350&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/644846775309852000/posts/default/4946700314795737350'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/644846775309852000/posts/default/4946700314795737350'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://depoisdebenjamin.blogspot.com/2011/09/8-meses.html' title='8 meses...'/><author><name>Rô Rezende</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14389143072888616529</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://i2.photobucket.com/albums/y27/fadasanguinaria/PICT0030.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-644846775309852000.post-187647978447138552</id><published>2011-08-30T17:31:00.000-03:00</published><updated>2011-08-30T17:31:58.929-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Casa'/><title type='text'>Conseguimos uma casa!</title><content type='html'>Deu trabalho, foi cansativo, mas conseguimos! Achamos uma casa fofa em um lugar legal, que ainda por cima é perto da avó paterna do Benji e de uma tia minha que sempre deu uma força para gente. O preço não é assim tão legal, mas a gente vai dando nosso jeito...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora estamos em fase de mudança, ou seja, bagunça! Meu quarto na casa do meu pai tá parecendo campo de guerra, a casa nova também não está todo arrumada ainda. Mas aos pouquinhos tudo se ajeita...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/644846775309852000-187647978447138552?l=depoisdebenjamin.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://depoisdebenjamin.blogspot.com/feeds/187647978447138552/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=644846775309852000&amp;postID=187647978447138552&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/644846775309852000/posts/default/187647978447138552'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/644846775309852000/posts/default/187647978447138552'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://depoisdebenjamin.blogspot.com/2011/08/conseguimos-uma-casa.html' title='Conseguimos uma casa!'/><author><name>Rô Rezende</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14389143072888616529</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://i2.photobucket.com/albums/y27/fadasanguinaria/PICT0030.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-644846775309852000.post-4349916831849989433</id><published>2011-08-26T16:10:00.000-03:00</published><updated>2011-08-26T16:10:06.276-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Paranoia Materna'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Preocupação'/><title type='text'>Preocupação Materna*</title><content type='html'>&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;*Ou O Cúmulo da Preocupação Materna&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estava eu sentada tranquilamente trabalhando, no mais tranquilo que trabalhar com dores nas costas e prazo estourando pode ser numa sexta-feira, e começa a festa do Benjamin. Porque não é possível que não seja uma festa que esteja acontecendo no meu ventre quando ele começa a se remexer desse jeito. Ele já deve reconhecer os dias da semana e adorar as sextas-feiras. &lt;br /&gt;E enquanto essa festa interna (para qual, diga-se de passagem eu não fui convidada) rolava aqui, eu levava chutes, socos e cabeçadas nas paredes uterinas e via a barriga se remexendo toda, comecei a pensar que o filhote tava precisando de alguma coisa. E o que veio a cabeça num momento de paranóia materna e preocupação com a cria? "Será que ele tá querendo sair daqui?", um segundo de preocupação, penso melhor e rio de mim mesma. Ainda temos algumas semanas até ele querer sair mesmo. &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/644846775309852000-4349916831849989433?l=depoisdebenjamin.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://depoisdebenjamin.blogspot.com/feeds/4349916831849989433/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=644846775309852000&amp;postID=4349916831849989433&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/644846775309852000/posts/default/4349916831849989433'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/644846775309852000/posts/default/4349916831849989433'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://depoisdebenjamin.blogspot.com/2011/08/preocupacao-materna.html' title='Preocupação Materna*'/><author><name>Rô Rezende</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14389143072888616529</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://i2.photobucket.com/albums/y27/fadasanguinaria/PICT0030.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-644846775309852000.post-7672052529135850497</id><published>2011-08-23T17:53:00.000-03:00</published><updated>2011-08-23T17:53:00.305-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Gatos'/><title type='text'>Meus bebês felinos e minha gravidez humana</title><content type='html'>Tem um preconceito contra os gatos que eu tenho que concordar: eles são muito sensíveis e percebem as alterações muito antes de nós mesmos. Acho que devem mesmo ver almas e espíritos também.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Digo isso porque os meus bebês felinos perceberam esse bebê humano aqui dentro antes de mim. Até meu pai percebeu a alteração na Katrina, a gata siamesa genérica e dengosa, e comentou que ela tava tão diferente, que se não fosse castrada ele ia dizer que tava no cio. Ela ficou muito mais carente que o normal e ficava miando pela casa do nada, uma escandalosa como os siameses (mesmo os genéricos) costumam ser. Eu já estava grávida quando aconteceu isso, mas ainda não sabia.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O Tolstói, o persa esnobe, demorou um pouco mais para mudar (macho, né? rs), mas a mudança foi ainda mais brusca. Meu bebê, que odiava colo e mesmo carinho era difícil dele deixar, se tornou a carência em forma de pêlo. Já faz uns meses que o bichinho vem pede colo, pede carinho, mia para chamar atenção (ele era super silencioso), se aconchega em mim e o mais fofo é quando ele dá um miado e se joga de barriga para cima pedindo carinho. Uma fofura!&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;E essa transformação toda, tanto da Katrina quanto do Tolstói, vieram super em boa hora, né? A grávida carente aqui agradece todo o carinho que eles me davam e pediam! rs&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Mas não tem sido as mil maravilhas com os meus gatinhos, não. Não da parte deles, mas da minha mesmo. Agora, com 7 meses, não tenho conseguido dar atenção suficiente para eles. E nessa casa aqui eles ficam presos na varanda na maior parte do tempo, por motivos que não vem ao caso, e como não consigo prendê-los de volta sem fazer um enorme esforço (correr atrás deles, abaixar e pegar os 5k de cada um e devolver para parte fechada) está difícil soltá-los. E eu fico com o coração na mão por por tudo isso, não vejo a hora de mudar para casa nova (com o amor e o filhote ainda na barriga), onde eles vão ter toda liberdade (dentro de casa, rua não!) e poderão ficar com a gente sempre. Até lá, eu vou sofrendo com eles.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/644846775309852000-7672052529135850497?l=depoisdebenjamin.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://depoisdebenjamin.blogspot.com/feeds/7672052529135850497/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=644846775309852000&amp;postID=7672052529135850497&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/644846775309852000/posts/default/7672052529135850497'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/644846775309852000/posts/default/7672052529135850497'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://depoisdebenjamin.blogspot.com/2011/08/meus-bebes-felinos-e-minha-gravidez.html' title='Meus bebês felinos e minha gravidez humana'/><author><name>Rô Rezende</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14389143072888616529</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://i2.photobucket.com/albums/y27/fadasanguinaria/PICT0030.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-644846775309852000.post-1882061993816546094</id><published>2011-08-21T20:33:00.000-03:00</published><updated>2011-08-21T20:33:00.537-03:00</updated><title type='text'>Alugando uma casa</title><content type='html'>Alugar uma casa. Como pode ser tão difícil?&lt;br /&gt;Por aqui todo mundo só quer vender, o mercado do aluguel está em baixa. Bom, pelo menos do lado da oferta, porque da procura. Gente! Todo mundo decidiu alugar ao mesmo tempo que nós, detalhe, as mesmas casas!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já era difícil encontrar uma casa na região e com o preço que a gente queria em duas ou três casas fizemos a proposta e antes mesmo da resposta a casa já tinha sido reservada/alugada. Inclusive em uma casa por qual nos apaixonamos. Em outras quatro era o tempo de ver a placa de locação ligar para imobiliária e ter a notícia: "ahh, essa acabou de ser alugada".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O resultado foi que o orçamento do aluguel começou em 500 reais e agora estamos aceitando até 700 e alguma coisinha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas o complicado mesmo é essa busca que não dá em nada. Já temos tanta coisa para resolver que a questão da casa só torna tudo ainda mais difícil e na verdade, nem estamos conseguindo nos focar no resto dos problemas. E eu, que quero muito um parto domiciliar, fico aqui pensando que meu Benjamin além de não ter um cantinho para morar ainda também tá sem onde nascer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Me pergunto se essa vida pós Benjamin será sempre assim, cada hora um turbilhão de preocupações e problemas, e eu não conseguindo me focar em nada. É isso que é iniciar uma família ou é só porque a gente não se planejou antes mesmo?&lt;br /&gt;Depois da casa alugada, terão os móveis, pagar o aluguel, fazer compras e assim vai. Medo...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/644846775309852000-1882061993816546094?l=depoisdebenjamin.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://depoisdebenjamin.blogspot.com/feeds/1882061993816546094/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=644846775309852000&amp;postID=1882061993816546094&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/644846775309852000/posts/default/1882061993816546094'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/644846775309852000/posts/default/1882061993816546094'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://depoisdebenjamin.blogspot.com/2011/08/alugando-uma-casa.html' title='Alugando uma casa'/><author><name>Rô Rezende</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14389143072888616529</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://i2.photobucket.com/albums/y27/fadasanguinaria/PICT0030.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-644846775309852000.post-7700062529115249110</id><published>2011-08-20T20:27:00.002-03:00</published><updated>2011-09-08T12:33:33.417-03:00</updated><title type='text'>Vamos para a NOSSA casa</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: left;"&gt;Quando soubemos da gravidez a pergunta que todos faziam era se íamos casar, se íamos morar juntos. A nossa resposta era sempre a mesma: não antes dele nascer. Ficaríamos em nossas casas (moramos com a família), depois decidiríamos, sabendo de como é cuidar de um bebê e do quanto isso pesaria no nosso orçamento. Alugar não era uma opção, porque sempre achamos que ao fazer isso só iríamos ficar mais longe da casa própria. Tudo muito pensadinho, bem racionalizado. Era esse nosso plano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, mais uma vez, o plano mudou. Por motivos diversos percebemos e decidimos há algumas semanas (do 6º para o 7º mês) que o melhor seria mesmo ter nosso canto, uma casa nossa. Cogitamos a opção de compra, mas fica difícil sem a entrada. Então, lá vamos nós para o aluguel.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não deve ser tão difícil alugar uma casa, né? Pois é, isso fica para outro post.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/644846775309852000-7700062529115249110?l=depoisdebenjamin.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://depoisdebenjamin.blogspot.com/feeds/7700062529115249110/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=644846775309852000&amp;postID=7700062529115249110&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/644846775309852000/posts/default/7700062529115249110'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/644846775309852000/posts/default/7700062529115249110'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://depoisdebenjamin.blogspot.com/2011/08/vamos-para-nossa-casa.html' title='Vamos para a NOSSA casa'/><author><name>Rô Rezende</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14389143072888616529</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://i2.photobucket.com/albums/y27/fadasanguinaria/PICT0030.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-644846775309852000.post-5763460218883656950</id><published>2011-08-19T11:41:00.003-03:00</published><updated>2011-08-19T11:41:00.176-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='lista'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='música'/><title type='text'>A Lista - Oswaldo Montenegro</title><content type='html'>Eu sou  aficcionada por listas, talvez por consequência da mania de planejamento, mas listas me ajudam a me sentir fazendo alguma coisa, fazem com que me sinta mais organizada. Gosto de listar as coisas e depois ir riscando o que já está certo.  Só o Benjamin já tem várias: marca  de fralda de pano, marca de sling, enxoval, músicas para ouvir, músicas  para o parto e tantas outras que nem me lembro mais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E qual não foi minha surpresa ao ouvir Oswaldo Montenegro pelo &lt;a href="http://grooveshark.com/"&gt;Grooveshark &lt;/a&gt;(recomendadíssimos, tanto o músico quanto o player online&lt;span style="font-style: italic;"&gt;) e &lt;/span&gt;achar a música &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;A Lista&lt;/span&gt;? E ela não me chamou atenção só pela minha paixão por listas (ou seria obsessão?), mas porque tem tudo a ver com tudo que tenho vivido. A gravidez trouxe mudanças no meu corpo, na minha alma, no meu jeito de encarar o mundo...&lt;br /&gt;Ainda não sei quais vieram para ficar e quais são apenas dos hormônios, mas essa música me fez parar para pensar ainda mais:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;"Onde você ainda se reconhece&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;  na foto passada ou no espelho de agora?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;  Hoje é do jeito que achou que seria?&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;"&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="390" src="http://www.youtube.com/embed/aV99ypbCidw?rel=0" width="480"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para ouvir no Grooveshark: http://grooveshark.com/s/A+Lista/2CiZ7S?src=5&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/644846775309852000-5763460218883656950?l=depoisdebenjamin.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://depoisdebenjamin.blogspot.com/feeds/5763460218883656950/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=644846775309852000&amp;postID=5763460218883656950&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/644846775309852000/posts/default/5763460218883656950'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/644846775309852000/posts/default/5763460218883656950'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://depoisdebenjamin.blogspot.com/2011/08/lista-oswaldo-montenegro.html' title='A Lista - Oswaldo Montenegro'/><author><name>Rô Rezende</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14389143072888616529</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://i2.photobucket.com/albums/y27/fadasanguinaria/PICT0030.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://img.youtube.com/vi/aV99ypbCidw/default.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-644846775309852000.post-643169232587246460</id><published>2011-08-18T17:19:00.000-03:00</published><updated>2011-08-18T17:19:59.456-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Lições'/><title type='text'>Das lições de Benjamin</title><content type='html'>Benjamin nem chegou e já tem me feito aprender muita coisa, tem me feito ser mais ativa. A ir atrás do que eu preciso e do que eu quero, a ligar para as pessoas (odeio telefone, odeio resolver coisas pelo telefone), a parar de procrastinar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estranhamente, tenho aprendido duas coisas completamente distintas, que parecem quase se contradizerem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A primeira é decidir algumas coisas sozinha. Desde antes de engravidar eu queria um parto humanizado, e quando me vi grávida comecei a procurar apoio nas pessoas a minha volta para ir atrás disso. Principalmente do meu namorado, queria que ele entendesse os porquês e comprasse a briga comigo. Mas ele não comprou, ele não entendeu. Logo após um encontro da Roda Bebedubem, disse que se fosse ele a parir, seria uma cesárea marcada, mas que era eu, a decisão tinha de ser minha, e que ele estaria lá para apoiar, fosse qual fosse a escolha. E eu percebi que ele estava certo, eu não podia tercerizar a decisão, fosse qual fosse tinha de ser minha. E isso tem se repetido em outras aspectos da gravidez e tenho quase certeza que será assim em algumas coisas na criação do Benjamin também. Não posso deixar que decidam por mim, preciso tomar as rédeas e parar de esperar que alguém faça isso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A segunda coisa é que eu vou precisar da ajuda das pessoas. Pode parecer exatamente o oposto da primeira lição, mas não é assim que eu vejo. Esperar que alguém tome decisões por você ou junto com você para que se tornem válidas é diferente de aceitar ajuda ou até mesmo de pedir. E com um bebê, dois gatos e uma casa, com certeza eu não vou dar conta de tudo. Vou ter de saber pedir ajuda às vezes e dar espaço para que a ajuda venha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E é assim, no meio de um monte de lições, que eu tenho esperado Benjamin.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/644846775309852000-643169232587246460?l=depoisdebenjamin.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://depoisdebenjamin.blogspot.com/feeds/643169232587246460/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=644846775309852000&amp;postID=643169232587246460&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/644846775309852000/posts/default/643169232587246460'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/644846775309852000/posts/default/643169232587246460'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://depoisdebenjamin.blogspot.com/2011/08/das-licoes-de-benjamin.html' title='Das lições de Benjamin'/><author><name>Rô Rezende</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14389143072888616529</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://i2.photobucket.com/albums/y27/fadasanguinaria/PICT0030.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-644846775309852000.post-1438246153804375324</id><published>2011-08-15T23:36:00.002-03:00</published><updated>2011-09-08T12:34:17.434-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Preconceito'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Alergia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Mitos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Toxoplasmose'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Gatos'/><title type='text'>Grávida e com gatos</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: left;"&gt;Quando uma mulher com gatos engravida as pessoas costumam transformar os felinos fofinhos em demônios-transmissores-de-toxoplasmose-pelo-ar. Era só eu contar a novidade que a pergunta vinha "E o que você vai fazer com os gatos?".&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Ora, o que eu vou fazer com eles? Continuar dando comida, água e muito carinho. Só vou parar de limpar a caixa de areia. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;A maioria achava um absurdo porque tinha a toxoplasmose, os pelos que dizem causar alergia, o perigo de machucar o bebê e bla bla bla. Quando eu estava com boa vontade explicava sobre os riscos reais da toxoplasmose e lembrava o fato de os meus gatos não terem acesso a rua, serem vacinados e não caçarem (exceto os insetos aqui de casa). Tentava argumentar que bem antes de engravidar a veterinária já tinha me explicado os reais riscos de pegar a doença por gatos. Que o contato com gatos desde a barriga era até uma prevenção para alergias e tudo o que eu já pesquisei sobre o assunto.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Para quem ainda tem esse preconceito, o gato é sim um transmissor da toxoplasmose, mas o jeito mais difícil de pegar é com eles. Explico: não é todo gato que tem o vírus da toxoplasmose, que não faz mal nenhum para eles, por isso só é possível saber através de um exame de sangue. O vírus dessa doença procria no intestino do gato e é eliminado pelas fezes, &lt;b&gt;apenas pelas fezes. &lt;/b&gt;Por isso, para pegar toxoplasmose através de gatos eu teria de comer as fezes deles, entendem? Ou limpar a caixa de areia sem usar pás, nem luvas, não lavar as mãos depois e levá-las a boca. Ou seja, só eu não tivesse um pingo de higiene. Também tem outro detalhe importante, a toxoplasmose nas fezes do gato só começa a ser transmissível por volta de três dias depois de evacuadas. Alguém demora três dias para limpar a caixa de areia? &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Resumindo: para pegar toxoplasmose através de gatos eu precisaria não ter a mínima higiene nem comigo nem com os gatos. E nos primeiros meses, período em que a doença é mais prejudicial ao feto, eu tomei o dobro de cuidado além de passar a tarefa para o namorado e para minha mãe sempre que possível.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Engraçado que quando são cães a preocupação é só com ciumes e não fica aquela cobrança para jogar fora os bichinhos como se fossem lixo. Por isso que acho que é muito mais preconceito com gatos que qualquer outra coisa.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;b&gt;Para quem tem gatos e engravidou: &lt;/b&gt;não ouça o comentário das pessoas antes de procurar se informar, converse com o veterinário, pesquise, vale perguntar para o médico, mas a maioria não gosta de gatos e indica sempre o mais prático, livrar-se deles. Por isso cuidado com isso.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Se você gosta dos seus gatos lembre-se que eles também gostam muito de você e vão sentir sua falta. Eles fazem parte da sua família, você vai começar uma nova jogando a antiga fora? &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;b&gt;Lembrando que a toxoplasmose é sim muito prejudicial ao feto e pode ser facilmente contraída através de carnes mal passadas ou verduras mal lavadas. Por que essas coisas podem não ter tido a higiene necessária e ter tido contato com fezes felinas antes de chegar na nossa mesa. Cuide-se!&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;b&gt; &lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Vou deixar minha experiência de grávida com gatos para outros post.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/644846775309852000-1438246153804375324?l=depoisdebenjamin.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://depoisdebenjamin.blogspot.com/feeds/1438246153804375324/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=644846775309852000&amp;postID=1438246153804375324&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/644846775309852000/posts/default/1438246153804375324'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/644846775309852000/posts/default/1438246153804375324'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://depoisdebenjamin.blogspot.com/2011/08/gravida-e-com-gatos.html' title='Grávida e com gatos'/><author><name>Rô Rezende</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14389143072888616529</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://i2.photobucket.com/albums/y27/fadasanguinaria/PICT0030.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-644846775309852000.post-8674755985971773363</id><published>2011-08-11T17:03:00.003-03:00</published><updated>2011-09-08T12:34:13.947-03:00</updated><title type='text'>O que eu já sei...</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: left;"&gt;Para entender esse post, leia o anterior: &lt;a href="http://depoisdebenjamin.blogspot.com/2011/08/mais-uma-mudanca-de-planos.html"&gt;Mais uma mudança de planos?&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Ontem liguei para enfermeira obstetra para tentar entender o que aquele monte de coisa (infecção, dilatação aos 7 meses) significava na minha gestação. Conversar com ela e entender bem melhor o que acontecia me tranquilizou muito. Vou usar os meus "Não sei" do post anterior para tentar esclarecer objetivamente o que eu já sei.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Não sei se isso tudo de hoje me "promove" do nível de "gestante de baixo risco" para "gestante de risco".&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Não, não promove! Continuo na faixa das gestantes de baixo risco, só preciso me cuidar e repousar.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Não sei se ainda existe chance sonhar com parto domiciliar, se a cesárea pode se tornar uma necessidade real.&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Não só existe a chance de sonhar, como continua sendo uma possibilidade bem concreta. A enfermeira me explicou que a dilatação é devido a infecção, que a cólica que senti deve ter gerado uma contração que ocasionou a dilatação, mas como não tive grandes contrações deve ser uma dilatação superficial, só no colo externo. Como a infecção é aparentemente leve dificilmente acarretará um parto prematuro, porque para isso, eu precisaria ter uma grande crise de rim/bexiga que ocasionaria em contrações mais fortes e poderia engrenar o parto.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Não sei se o Benjamin realmente precisava dessa bomba de drogas que deixei darem para ele hoje.&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;É, disso eu ainda não sei.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Não sei se é melhor inibir um trabalho de parto precoce com muitas drogas ou se é melhor deixar que ele e meu corpo decidam qual a melhor hora.&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Como um parto prematuro só engrenaria em caso de crise forte, provavelmente isso nem será necessário. Mas se for, acho que a inibição é o melhor, já que não é uma escolha do meu filho ou do meu corpo, mas ocasionado por uma infecção. Mas isso é uma opinião pessoal.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;b&gt;Resumindo:&lt;/b&gt; É tratar a infecção e tudo ficará bem!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/644846775309852000-8674755985971773363?l=depoisdebenjamin.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://depoisdebenjamin.blogspot.com/feeds/8674755985971773363/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=644846775309852000&amp;postID=8674755985971773363&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/644846775309852000/posts/default/8674755985971773363'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/644846775309852000/posts/default/8674755985971773363'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://depoisdebenjamin.blogspot.com/2011/08/o-que-eu-ja-sei.html' title='O que eu já sei...'/><author><name>Rô Rezende</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14389143072888616529</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://i2.photobucket.com/albums/y27/fadasanguinaria/PICT0030.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-644846775309852000.post-257293430476558488</id><published>2011-08-10T01:58:00.004-03:00</published><updated>2011-09-08T12:34:09.800-03:00</updated><title type='text'>Mais uma mudança de planos?</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: left;"&gt;Esse post era para ser sobre o porque eu escolhi o parto domiciliar. Mas eu já não sei mais se ele será possível...&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Foi um dia bem atípico e eu ainda estou tentando me refazer dele. Tentei dormir e consegui, por umas conturbadas 3 horas. Mas o sono sumiu e talvez escrever ajude a organizar os pensamentos e tomar as próximas decisões. Vamos lá, tentar refazer o dia.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Depois de 12 horas de jejum acordei as 6h30 para fazer a bateria de exames do terceiro trimestre. Lá vamos nós, fazer xixi no potinho e me preparar psicologicamente para arrancarem metade do meu sangue. Percebi que o xixi estava mais turvo do que o normal, mas nem sabia o que isso significava. Hoje foi dia do exame para diabetes gestacional, ou seja: vai lá, tira 4 ampolas de sangue (nem sabia que tinha tanto sangue dentro de mim), bebe suquinho com gosto de sprite sem gás e mais açucarado (quase gostoso), e fica 2 horas sentada (sentada mesmo, não pode levantar para nada) esperando para tirar mais um golinho de sangue.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Volto para casa, durmo um pouco, almoço e me preparo para voltar para o trabalho. Na preparação, depois do xixi, vi sangue no papel higiênico, um fio de sangue. Sangue é emergência, né? (A não ser que você esteja em idade fértil sem ter sido "fertilizada" e sem querer ser "fertilizada"). Fiquei mais preocupada porque tinha tido uma cólica no domingo com dores na lombar, que achei que era da dor de barriga do intestino preso, mas agora nem sei mais o que foi.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Liguei para o médico (com qual nunca consigo falar fora de consulta), a atendente não me deixou falar com a que dizem que é mais fácil lidar, o jeito foi falar com ela mesmo. Expliquei a situação, ela anotou tudo que eu falei e respondeu:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;"Olha, o doutor instrui a gente a passar para gestante que se tem sangue tem que ir para o pronto socorro. Mas se é pouco, você pode esperar e ver se aumenta, eu anotei aqui e no FIM DO EXPEDIENTE eu passo para o doutor."&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Fim do expediente? Era hora do almoço! Eu ia esperar até o fim do expediente para saber se o que eu tinha era uma emergência? Eu só não consigo descobrir se o problema é a atendente ou se é o médico mesmo. Mas essa é uma outra história...&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Achei melhor ligar para uma das enfermeiras obstetra que acompanharia (não gosto de ver esse verbo conjugado dessa maneira, queria ter certeza que poderá ser acompanhará) meu parto domiciliar. Ela disse que por mais que fosse pouco era melhor ir sim, porque podia ser algo no útero, na placenta e me pediu para retornar depois dando notícias. Um pouco de informação decente e atenção, e mais uma vez a certeza que escolhi a equipe certa.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Bora para o pronto socorro, cheiro de hospital, muitas pessoas vestidas de branco, quase um pesadelo (dramática). Peguei a senha para gestante e esperei por uns 20 minutos, nada de me chamarem. Minha irmã que me acompanhou achou melhor ir perguntar para atendente se tava certo e tal, na mesma hora que o meu número apareceu no visor. Mas foi a resposta da atendente que eu não queria ouvir:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;"Gestante com sangramento nem precisa passar por aqui, é direto na maternidade."&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Era o tipo de frase que me mostrava que sim, era sério. O meu consolo é que eu não estava com sangramento assim, tinha sido um fio de sangue e não um fluxo, não sujava calcinha nem nada. E eu também não estava me sentindo mal.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Fui para maternidade, encontrei meu médico no caminho que estranhamente me perguntou o que eu estava fazendo ali. "Se sua atendente tivesse te contado, você saberia..." não respondi isso, não, lá eu tinha cabeça para sarcasmo? Contei, ele disse que outra médica ia me atender e lá fui fazer ficha e começar o exame.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Não gosto de exames no geral (alguém gosta?), mas os ginecológicos são os piores. Tira a roupa, abre a perna... sem preliminares! rs&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Enfim, a doutora que me atendeu que no início parecia super antipática, disse que o sangue não era do útero, nem visível. Pediu exame de urina. Fez também o exame do toque, que me fez entender o desconforto que as pessoas tem com ele, exame maldito! Eu não sabia exatamente se ela deveria ter feito esse exame, em consultório eu sei que não precisaria, mas pela situação nem relutei. E até agora não sei se fiz certo ou não, só sei que deu um dedo de dilatação. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Um dedo de dilatação. Essa notícia me deixaria muito feliz, já quero muito um parto normal e um dos meus medos era não ter a tal dilatação. Mesmo sabendo que são poucas as mulheres que não tem a dita cuja tem o lance genético, e minha mãe diz que não teve no parto dos meus irmãos. Embora eu ache que foi algum problema com os médicos lá da época e enfim, voltando a hoje. Um dedo de dilatação seria ótimo daqui umas 7 semanas, mas eu estou com 31 semanas! E eu nem sei bem o que isso significa ainda.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Pela dilatação ela passou também um exame para ver a vitalidade do bebê e possíveis contrações. Além de duas bolsas de soro, uma pura e outra com buscopan. Foi quase como repor o sangue que me tiraram de manhã. Cinco horas no hospital, tomando soro, fazendo exame e tomando chazinho massa que as enfermeiras me levaram.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Resumindo as cinco horas. O sangue era da urina, que também indicou uma infecção e provavelmente alguma pedra no rim. Antibióticos para a infecção (drogas para o meu bebê =[ ). O exame mostrou que meu bebê tá bem (o que eu não tinha dúvidas, porque o bichim mexe que é uma maravilha rsrs) e uma leve contração, mesmo com metade do soro de buscopan injetado (o que não sei se faz alguma diferença). Injeção de corticóides para amadurecer (drogas pesadas para o meu bebê), remédio para inibir possíveis contrações se elas aparecerem e repouso. Ah, e também adiantar a consulta com o médico, que eu ainda não sei nem se vou conseguir. Devia ter pedido receita de um novo médico também.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Tive a sorte de ser atendida por uma enfermeira super atenciosa e com um nome lindo, Ester. Estrela. Hebraico como do meu bebê. Até achei que Ester tinha alguma relação com Benjamin na Bíblia, mas como meus conhecimentos bíblicos são poucos, não tenho certeza e acho que estou confundindo. A médica, que no início parecia antipática, acabou sendo super atenciosa e tentando me explicar tudo que tava acontecendo. Diminuiu um pouco minha fobia de jalecos brancos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Mas agora me sinto perdida, até então eu tinha lido muito sobre tudo de partos e tal. Mas não sobre uma possível dilatação a essa altura do campeonato. Tudo que li sobre ser ativa e tomar decisões para mim e para o meu filho se dissipou hoje, tomei drogas (buscopan e corticóides) que não sei o Benjamin realmente precisava. Eu não tinha nenhuma informação necessária para concordar ou discordar da médica, só tinha um medo enorme do meu bebê chegar antes da hora, um medo enorme que ele não chegasse bem. Eu só aceitei tudo. Esse medo ainda tá aqui e eu me lembrei do sonho do post anterior.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Não sei se isso tudo de hoje me "promove" do nível de "gestante de baixo risco" para "gestante de risco". Não sei se ainda existe chance sonhar com parto domiciliar, se a cesárea pode se tornar uma necessidade real. Não sei se o Benjamin realmente precisava dessa bomba de drogas que deixei darem para ele hoje. Não sei se é melhor inibir um trabalho de parto precoce com muitas drogas ou se é melhor deixar que ele e meu corpo decidam qual a melhor hora. Não sei se é a infecção que está acelerando o processo. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Hoje, é isso que ficou para mim, um grande não sei que nem imagino como solucionar.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;PS: Ah, a médica também receitou buscopan em caso de contrações/cólicas. Mas eu nem sei como é uma contração. Perguntei para as enfermeiras e todas disseram a mesma coisa "Quando você tiver, você vai saber". &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/644846775309852000-257293430476558488?l=depoisdebenjamin.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://depoisdebenjamin.blogspot.com/feeds/257293430476558488/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=644846775309852000&amp;postID=257293430476558488&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/644846775309852000/posts/default/257293430476558488'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/644846775309852000/posts/default/257293430476558488'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://depoisdebenjamin.blogspot.com/2011/08/mais-uma-mudanca-de-planos.html' title='Mais uma mudança de planos?'/><author><name>Rô Rezende</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14389143072888616529</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://i2.photobucket.com/albums/y27/fadasanguinaria/PICT0030.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-644846775309852000.post-5766885165138146051</id><published>2011-08-08T17:27:00.000-03:00</published><updated>2011-08-08T17:27:59.060-03:00</updated><title type='text'>Eu e 2011</title><content type='html'>Comecei 2011 com vários planos, era um ano praticamente traçado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Me formei publicitária em 2010, nos primeiros meses iria me preocupar com a colação e com o baile de gala. Como emendei o Ensino Médio com a faculdade queria ficar um pouco longe dos estudos acadêmicos, e por isso iria apenas fazer um cursinho de inglês, pensar em alguns artigos acadêmicos e me preparar para um possível mestrado em 2012.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também ia me preocupar com o meu lado espiritual, voltar para ioga, estudar mais sobre os deuses que honro e principalmente, fazer um trabalho de auto conhecimento voltado para meu lado emocional. Aliás, esse era minha meta para 2011: &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;encontrar meu lado emocional, me ligar a minha intuição feminina, me permitir sentir mais.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu sou assim, gosto de planejar, de traçar o que vou fazer. Na verdade, gosto mais de planejar do que fazer de fato. Para quem acredita em astrologia eu explico dizendo que sou virginiana. Para quem não acredita, eu sou assim e ponto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas a menstruação não veio. Grande coisa, não seria a primeira vez. Mas ela andava tão certinha, vinha sempre na Lua Nova, às vezes até a hora da virada da lua batia com o sangue descendo e eu me orgulhava disso. Ora, mas uns dias de atraso não significam nada, né?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Amor, vamos comprar o teste de farmácia só para ter certeza?" "Tá, é melhor do que ficar só esperando"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Compra, decide se é melhor esperar o outro dia, não aguenta, faz de noite mesmo. Duas linhas rosas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Acho que vamos ser pais, mas lê a bula, vê se eu fiz certo, vê se é isso mesmo. Teste de farmácia falha, né? Não é confiável. Amanhã a gente faz o de sangue."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Preocupação. Faz o de sangue. Mais um positivo. "É, vamos ser pais. Mas ainda pode ser outra coisa. Sei lá.".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Certeza mesmo, só depois do primeiro ultrassom. Pelo tempo de gravidez, esperávamos um ser sem forma, uma "semente", mas não, era um bebê mesmo. E meu mundo se resumiu aquela telinha na penumbra da sala de ultrassom. Todo formadinho, tinha dedinhos!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É, nós seríamos pais. É, eu ia ser mãe. E tinha jeito melhor de encontrar o lado emocional, de encontrar a intuição feminina do que sendo mãe? De certa forma, a gravidez não planejada fez parte dos meus planos. E talvez, não fazer mais planos ou aprender a lidar com o inesperado seja a primeira lição que o Benjamin decidiu me ensinar.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/644846775309852000-5766885165138146051?l=depoisdebenjamin.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://depoisdebenjamin.blogspot.com/feeds/5766885165138146051/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=644846775309852000&amp;postID=5766885165138146051&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/644846775309852000/posts/default/5766885165138146051'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/644846775309852000/posts/default/5766885165138146051'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://depoisdebenjamin.blogspot.com/2011/08/eu-e-2011.html' title='Eu e 2011'/><author><name>Rô Rezende</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14389143072888616529</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://i2.photobucket.com/albums/y27/fadasanguinaria/PICT0030.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-644846775309852000.post-8152653756046976112</id><published>2011-08-04T09:35:00.002-03:00</published><updated>2011-09-08T12:34:06.639-03:00</updated><title type='text'>Dos sonhos estranhos da gravidez</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: left;"&gt;Já tive alguns sonhos estranhos na minha gravidez, mas normalmente os sonhos se focavam na amamentação.  Essa noite foi com o parto e foi, de longe, o mais louco de todos. Daqueles que a gente precisa contar para alguém. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu estava na casa do meu tio, e por algum motivo ele queria que eu tivesse meu bebê logo. Depois, sozinha na mesma casa, acabei forçando o parto e tive um bebê. Mas não era meu filho, era minha gata! A Katrina (uma siamesa falsa linda que eu amo rs). &lt;br /&gt;Percebi que tinha algo errado (Jura? Eu tinha acabado de parir um gato!), mas no sonho o problema era mais eu ter parido antes da hora e porque alguém pediu do que o 'ser parido'. Olhei para minha barriga e ela já estava normal, então pensei em colocar a Katrina de volta na barriga, mas as unhas dela iam me machucar toda por dentro. Tinha a sensação de que tinha feito algo errado, e que alguém ia brigar comigo. &lt;br /&gt;Pensava também no enxoval, que tinha se tornado inútil já que não tinha um bebê, só uma gata adulta. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Achei o post&lt;a href="http://barrigudas.com/2011/05/13/sonhos-durante-a-gravidez-o-que-eles-dizem/"&gt; Sonhos durante a gravidez, o que eles dizem?&lt;/a&gt;, mas ele se foca mais no animal parido/amamentado e eu acho que o meu era mais esse sentimento de culpa por ter parido antes da hora e por que outra pessoa pediu. Sei lá, nunca fui boa em interpretar meus sonhos. Minha única certeza é que está completamente ligado ao fato de eu ter tido um encontro com a equipe que fará meu parto, mas isso é meio óbvio, né? rs &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aceito interpretações! &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/644846775309852000-8152653756046976112?l=depoisdebenjamin.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://depoisdebenjamin.blogspot.com/feeds/8152653756046976112/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=644846775309852000&amp;postID=8152653756046976112&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/644846775309852000/posts/default/8152653756046976112'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/644846775309852000/posts/default/8152653756046976112'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://depoisdebenjamin.blogspot.com/2011/08/dos-sonhos-estranhos-da-gravidez.html' title='Dos sonhos estranhos da gravidez'/><author><name>Rô Rezende</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14389143072888616529</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://i2.photobucket.com/albums/y27/fadasanguinaria/PICT0030.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-644846775309852000.post-5214527272004899682</id><published>2011-08-03T09:56:00.000-03:00</published><updated>2011-08-03T10:08:58.416-03:00</updated><title type='text'>Benjamin</title><content type='html'>Benjamin vem do hebraico e o significado mais recorrente (não confio muito nesses sites de nomes) é Filho da Felicidade. Alguns dizem que Filho da Minha Mão Direita.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em algum lugar li que a história do nome é mais ou menos essa: Raquel, a esposa preferida de Jacó (é, o da Bíblia) e a menos fértil, só conseguiu lhe dar dois filhos (só?). No parto do segundo, ela morreu, mas teve tempo de escolher o nome do menino que nasceu: Benoni, o Filho da Minha Dor. Mas Benoni foi o filho que mais felicidades trouxe a Jacó e por isso ele mudou seu nome para o Filho da Felicidade, Benjamin.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É um nome hebraico, é um nome bíblico. E foi o nome que escolhemos para o nosso bebê.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Benjamin ainda não chegou completamente ao mundo, ainda está crescendo e vivendo dentro do meu ventre. E mesmo assim já tem mudado muita coisa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não sei o quanto mudei nesses 7 meses de gestação, não sei o quanto são os hormônios que mudaram por mim. Só sei que há uma vida antes de Benjamin e uma vida depois. E se blogs e palavras marcaram grande parte das minhas fases, a mais importante não poderia ficar sem um blog só dela.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/644846775309852000-5214527272004899682?l=depoisdebenjamin.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://depoisdebenjamin.blogspot.com/feeds/5214527272004899682/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=644846775309852000&amp;postID=5214527272004899682&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/644846775309852000/posts/default/5214527272004899682'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/644846775309852000/posts/default/5214527272004899682'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://depoisdebenjamin.blogspot.com/2011/08/benjamin.html' title='Benjamin'/><author><name>Rô Rezende</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14389143072888616529</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://i2.photobucket.com/albums/y27/fadasanguinaria/PICT0030.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
